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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

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De quando a noite caísse ou
o livro de Maria.


Guardar-te como a menina dos meus olhos,

- só pra não deixar o mato crescer no terreno baldio,

a gente mesmo sabe os desvãos


lá,
eu tinha aquele estatuto de bastar


enquanto eu era uma pessoa espessa
de caladas
de canto de olho
de boca cheia de dentes


Maria dança em roda da lua
de narizes dados comigo

e mãos procuras.


A gente não estava nada não

dava vontade de entrar no vazio -


Maria e eu

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