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O primeiro cemitério que conheci
foi a saudade.
Mas o morto e a dor daquele morto
não eram meus.
Em casa como costume:
não se pisa com mesma sola
de pés de cemitério
Minha avó com intimidade
Chama – o só de
Saudade
Despede-se do morto
Como num rito
- eu ainda estou aqui.
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10 comentários:
é
ainda está aqui.
tbm não ando boa p; comentar em
textos alheios. rs
-
mas é,
você ainda está aqui.
então pensa nisso
nao,
não pensa.
rs
Lindo.
Conheços esses cemitérios aí, os dois.
Beijinho.
lindo,
aaaah! muito bom!!! maledeta mezzenga!
foda, heim.
muito bom. muito mesmo.
Wow!
So so...
Fantastic!!!
XD
...
Das duas perdas entendo... E vivi muito forte uma delas nessa semana que se passou.
Beijo, nega. Saudades.
que
coisa
mais
linda
esse poema. (tão lindo que deu vontade de dizer pausadamente)
ooo flavinha
na boa, saudade de voce
nao conheci o cemiterio pra isso nao
mas ooo saudade de ti
eu tambem estou aqui
embora meio lá tambem
cuidate
e quem sabe um dia tomamos Aquela cerveja
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