terça-feira, 24 de março de 2009


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O primeiro cemitério que conheci

foi a saudade.


Mas o morto e a dor daquele morto
não eram meus.

Em casa como costume:
não se pisa com mesma sola
de pés de cemitério


Minha avó com intimidade
Chama – o só de
Saudade

Despede-se do morto
Como num rito
- eu ainda estou aqui.

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10 comentários:

Luisa disse...

é
ainda está aqui.
tbm não ando boa p; comentar em
textos alheios. rs
-
mas é,
você ainda está aqui.
então pensa nisso
nao,
não pensa.

rs

X disse...

Lindo.
Conheços esses cemitérios aí, os dois.
Beijinho.

Carla Kinzo disse...

lindo,

v. disse...

aaaah! muito bom!!! maledeta mezzenga!

aline disse...

foda, heim.
muito bom. muito mesmo.

Michelli disse...

Wow!
So so...
Fantastic!!!
XD

Eriquinha disse...

...

Mandy disse...

Das duas perdas entendo... E vivi muito forte uma delas nessa semana que se passou.

Beijo, nega. Saudades.

Mariana Botelho disse...

que

coisa

mais

linda

esse poema. (tão lindo que deu vontade de dizer pausadamente)

ellen disse...

ooo flavinha
na boa, saudade de voce

nao conheci o cemiterio pra isso nao
mas ooo saudade de ti

eu tambem estou aqui
embora meio lá tambem

cuidate
e quem sabe um dia tomamos Aquela cerveja